Você está sabotando o que seu Corpo pede?

Voltar a escrever no Blog está sendo uma experiência bem libertadora!


Nessa nova fase eu quero, além de compartilhar informações esclarecedoras, também contar a você um pouco de mim, da minha vida, e como as técnicas que trabalho me ajudam no meu dia a dia.


O principal intuito do meu trabalho é te mostrar quão prazerosa a vida é, quando você se liberta das amarras que muitas vezes você mesmo se impõe.


Conectar Sexualidade e Consciência Corporal com Abundância e Prosperidade é desafiador, já que muitos de nós (principalmente Mulheres) somos podados a sentir prazer (de todas as formas e em todos os sentidos). Há um conceito sobre o que é "certo ou errado" e por isso muitas vezes não nos permitimos sentir prazer em sua forma mais intensa (mas isso é assunto para outro dia).


Hoje quero te contar como, depois de praticamente minha vida inteira, voltei a comer carne suína (vegetarianos e veganos não julguem - julgamento e consciência não podem andar juntos e aqui não tem espaço para isso)


Desde sempre fui muito conectada com meu corpo, e essa conexão se intensificou após eu conhecer diferentes ferramentas energéticas e experienciar o quanto podemos ter uma vida mais saudável, prazerosa e próspera quando aprendemos a ouvir o que o corpo requer.


Tenho o hábito de não consumir certos alimentos, não por intolerância, mas simplesmente porque são indigestos. Um deles é a carne suína. Não tenho clareza de quando foi a última vez que havia comido, mas lembro bem de que todas as vezes que consumia, logo em seguida eu tinha muita queimação no estômago. Por esse motivo, comprei o ponto de vista de que carne de porco não me faz bem e parei de consumir.


Ontem fui ao mercado, e como de costume, perguntei ao meu corpo o que ele gostaria de comer nos próximos dias. Verduras e frutas sempre são escolha, mas surpreendentemente ao parar no freezer das carnes olhei direto para um pacote de costelinha e uma bandeja de medalhão. Fui pegando e quando olhei a etiqueta pensei na hora: "ahhh é de porco!" e devolvi.


O que aconteceu em seguida foi uma sensação que já conheço: meu corpo pesado, contraído, como que reinvindicando seu direito de escolha. E eu: como assim? Eu passo mal toda vez que como carne de porco!!! E o corpo sussurrando para levar. Enfim, obedeci o corpo.


Chegando em casa, guardei as compras e resolvi buscar a fonte do porque a carne suína me faz tanto mal, afinal não queria arriscar né...


Com técnicas de auto-hipnose fui voltando ao meu passado tentando encontrar o momento de criação desse mal estar e para minha surpresa (ou não) a cena veio tão clara como se fosse hoje.


Cresci em uma família humilde, de descendência alemã, no interios do Rio Grande do Sul. Nunca passamos fome, mas também não era permitido comprar supérfluos. Também não existia tantos industrializados como hoje, e a maior parte dos alimentos eram feitos em casa, principalmente aquelas comidas deliciosas, receitas alemãs com gostinho de comida de vó.


Bom, a maior parte da minha infância convivi com minha avó, já que meus pais eram separados e minha mãe trabalhava fora o dia inteiro. Por isso eu acmpanhava meus avós por onde eles fossem.


Em um desses "passeios" fomos a uma fazenda. Chegando lá descobri que algumas famílias tinham se reunido na compra de um porco e estávamos ali porque eles iriam matá-lo e prepará-lo para consumo (extraindo tudo o que fosse possível, desde a banha até morcilha (chouriço) e linguiça.


A questão é que eu ouvi tudo (só quem já ouviu os gritos de um porco ao morrer sabe do que estou falando). É triste sim, um choro que me fez chorar durante o processo. E a emoção desencadeada naquele momento causou uma sensação no meu corpo criança que era o mesmo que eu passei a sentir nas vezes seguintes que tentei consumir carne suína. Uma sensação de mal estar e queimação no estômago.


Enfim, através de processos energéticos fui descriando e recriando a sensação, afinal meu corpo estava pedindo e eu o respeito demais. Aos poucos a sensação foi passando e a lembrança ficando mais leve. No entendimento de que todos estamos aqui para servir de alguma forma.


Bem, hoje eu preparei a tal costelhinha. O detalhe é que não tenho criatividade nenhuma na cozinha e sou rainha do IFood. De alguma forma meu corpo foi me guiando, desde a marinada, os temperos escolhidos e a forma de preparo. Senti uma amorosidade ao fazer o almoço, sem pressa, nem por necessidade. Apenas por diversão.


O resultado foi esse:



A cada garfada meu corpo vibrava. O prazer de presentear o corpo com aquilo que ele está necessitando naquele momento é indescritível. O que eu chamo de Prazer Orgástico. Diferente do Orgasmo definido como prazer em uma relação sexual, o Prazer Orgástico é um misto de sensações prazerosas no corpo inteiro.


Sim, porque nosso Corpo é inteiramente Orgástico e a mesma sensação de Êxtase que sentimos quando atingimos o Orgasmo é possível sentir de outras formas, quando estamos em total conexão com nosso Corpo.


E tudo isso me fez lembrar dde quando foi a última vez que ministrei meu Workshop chamado Conexão Corpo. Decidi que irei reformulá-lo inserindo novas ferramentas e muito em breve irei lançá-lo para que você também aprenda como identificar as reais necessidades do seu corpo (e não aquelas que sua mente lógica e racional impõe).


Conexão Corpo é um Workshop onde eu ensino técnicas fáceis para serem utilizadas no dia a dia para que você possa ter uma vida mais prazerosa e Orgástica em todas as áreas da sua vida.


Se você tem interesse clica no botão abaixo para que eu possa te incluir na lista de espera.


Beijos Comestíveis 💋

Diana Raquel




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